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20 de outubro de 2007

CRASH - NO LIMITE
Crash, 2004.
País de Origem: EUA
Diretor: Paul Haggis
Tempo de Duração: 113 min.
Elenco: Jason Isaacs, Matt Dillon, Sandra Bullock,
Thandie Newton, Don Cheadle, Brendan Fraser, Ryan Phillippe
Gênero: Drama
Classificação Etária: Livre

Quando um filme arrasta prêmios em quase todos os festivais que participa e ainda ganha o Oscar de “Melhor Diretor”, “Melhor Roteiro” e “Melhor Filme”, alguma coisa está errada, ou melhor, certa, muito certa.

Eu tenho uma teoria: Quem nunca viu Crash, não sabe o poder do cinema. O filme não é uma grande obra cinematográfica, não é um poço de poesia e arte, não tem citações, nem tão pouco apelo comercial, cinema pipoca. Crash é o espelho do ser humano, é uma experiência psico-científica-espiritual. É impossível não se identificar com um dos personagens, que de tão caricatos poderiam ter o meu nome.

Eu poderia falar da atuação dos atores, magníficas por sinal, eu poderia falar da direção sensível e crua de Paul Haggis (é só ver o nome dele, que eu corro atrás do filme), ou mesmo da edição fragmentada que nos presenteia com cenas em que o coração sai pela boca e um dos melhores finais da minha curta vida.

Eu poderia falar de quase tudo do filme, mas vou me ater à mensagem, que sem dúvida, é uma das mais gospeis que eu já vi num filme, que por sinal mostra a Cristo sem citar o nome dele. Crash, fala das diferenças, raciais, sexuais, sociais, temperamentais, etárias, étnicas e religiosas (e olha que eu devo está esquecendo), e usa cada uma delas para mostrar como o ser humano é muito mais completo quando ele as aceita.

“Você pensa que conhece a si mesmo. Você não faz idéia” Essa é a frase de divulgação do filme (se a academia premiasse melhor slogan, esse ganhava), que eu parafraseio com o versículo seguinte: Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu. (1 João 4:20)

Baseado que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. O slogan faz mais sentido ainda. Faz o seguinte, assista e depois me diga se suas perspectivas da vida não mudaram.
DEUS VOS ABENÇOE.

12 de outubro de 2007

SPIRIT – O CORCEL INDOMÁVEL
Spirit - Stallion of the Cimarron, 2002.
País de Origem: EUA
Diretor: Kelly Asbury e Lorna Cook
Tempo de Duração:
83 min.
Elenco: Matt Damon, James Cromwell,
Daniel Studi Chopper Bernet, Jeff LeBeau, John Rubano
Gênero: Aventura
Classificação Etária: Livre




É o seguinte, aproveite que hoje é o Dia das Crianças, pegue aquele seu sobrinho, irmão, primo, seja o que for mais novo, e vá até a locadora. Hoje você tem uma boa desculpa pra alugar filme de “boy”. Ainda mais se você for daqueles que vive assistindo Cartoon Network às escondidas. A dica de hoje é em sua homenagem.

Spitit é daqueles tipos de desenho que agradam a todas as idades. Não tem nada de novo, ou de extraordinário, mas é simplesmente encantador. Com uma mensagem sobre liberdade, e não sobre libertinagem, uma trilha sonora que vai fazer você ficar assistindo os créditos até o final e uma qualidade técnica indiscutível (apesar de ser feito em animação tradicional, alguns frames da película parecem verdadeiras obras de arte).

“No final do século XVII em pleno Oeste norte-americano vive Spirit, um cavalo que resiste a ser domado pelo homem. Ele se apaixona por uma égua local, chamada Chuva, e desenvolve uma grande amizade com um jovem índio Lakota chamado Pequeno Rio. Juntos eles acompanham a colonização do local onde vivem, percebendo as mudanças que a chegada da civilização fazem em seu dia-a-dia.”

O mais legal é que os animais não falam (achei que nunca conseguiriam fazer um filme de criança sem isso), o filme só vale se for assistido legendado, destaque para ótima narração de Matt Damon como Spirit.

Uma história de coragem, persistência e amizade. Depois me diga se você num torceu pra o seu pequeno acompanhante pedir pra assistir de novo.

#Quem quiser pode dar uma conferida no Trailer.

5 de outubro de 2007


QUERIDO FRANKIE
Dear Frankie, 2005.
País de Origem: Inglaterra
Diretor: Shona Auerbach
Tempo de Duração: 105 min.
Elenco: Emily Mortimer, Jack McElhone,
Mary Riggans, Sharon Small, Sophie Main
Gênero: Romance
Classificação Etária: Livre




Vou aproveitar que estou romântico hoje e indicar um filme que vai fazer qualquer casal voltar aos primeiros meses de namoro. “Querido Frankie” é um filme encantador e divertido que conquista até os mais brucutus.
"Para aliviar o sofrimento de seu filho, Lizzie (EMILY MORTIMER) escreve cartas em nome de um pai fictício que trabalha num navio, contando maravilhosas aventuras pelo mundo. Mas ela não pode sustentar para sempre esta ilusão. Dividida entre o dever de contar a verdade e o desejo de proteger seu filho, Lizzie decide contratar um charmoso estranho (GERARD BUTLER) para fazer o papel de pai, e acaba recebendo mais do que a encomenda.”

O mais legal é ver o feroz Rei Leônidas de “300” dando uma de pai sensível (o cara é bom mesmo). O filme arrastou uma ruma de prêmios como Heartland Film Festival e do Seattle International Film Festival.

“Querido Frankie” é um filme adorável para todas as classes. Os marmanjos de plantão vão reclamar, mas não estranhe se um ou outro estiver com o nariz vermelho ou com cisco no olho ao final do filme. Bom Filme.